quinta-feira, 17 de junho de 2010

COMENTÁRIO DA LIÇÃO 12

 

LIÇÃO 12

 

NUTRIÇÃO NA BÍBLIA

 

Verso para Memorizar: "Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus."  I Coríntios 10:31.

 

LEITURAS BÍBLICAS DA SEMANA: Gn 1:26 a 30; 7:1 e 2; 8:20; Levítico 11; Dt 14; Provérbios 23:19-21; Atos 10:1 a 28; Rm 14:17; I Timóteo 4:1 a 5.

 

INTRODUÇÃO

 

A Lição da Escola Sabatina desta semana focaliza, dentro do tema geral do trimestre "SAÚDE E CURA", a questão da alimentação.

 

Qual é o regime alimentar mais apropriado e mais saudável para os seres humanos: Fazer uso da carne na alimentação? O regime ovo-lacto-vegetariano? Ou o regime estritamente vegetariano, sem usar ovos, nem leite? Essa discussão tem sido longa e acalorada ao longo de séculos e milênios, especialmente nos últimos cem anos. Novos estudos científicos têm revelado fatos verdadeiros sobre a carne dos animais mortos, e preparada para consumo humano; e esse fatos científicos revelados têm levado muitas pessoas cultas, bem formadas e bem informadas a fazerem opção pelo vegetarianismo, ou pelo regime ovo-lacto-vegetariano, sem estar presente nesta opção qualquer conotação religiosa, mas somente de saúde e bem-estar pessoal, e uma busca por vida longeva. O que disse Deus, na Bíblia Sagrada, sobre qual deveria ser o regime alimentar dos humanos? Ou Deus nada falou sobre o assunto, e os adventistas estão enganados ao defenderem a revelação bíblica? Vamos aos fatos que a Bíblia revela.

 

LIÇÃO DE DOMINGO, dia 13 de junho.

 

A ALIMENTAÇÃO ORIGINAL

 

Leitura Bíblica do Dia: Gênesis 1:26 a 30.

 

"E disse Deus, ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra, e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isto vos será para mantimento. E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda a erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez." Gênesis 1:29 e 30.

 

Aí está o que Deus determinou para homens e animais terrestres comerem inicialmente, em um planeta onde a morte não existia. O uso de CARNE como alimento não fazia parte do propósito original de Deus, o Criador dos animais e da raça humana. Ora, quem cria uma máquina, sabe qual é o melhor óleo que deve ser usado para que esta máquina funcione bem, e tenha vida longa. Sendo IAVÉ o Deus Criador dos animais e da raça humana, sabe Ele melhor do que ninguém qual é a alimentação mais adequada para animais e pessoas. Nesse regime alimentar original, fala-se somente em "todas as ervas que dão semente" e em "fruto que dê semente", ou frutas, como dizemos hoje. Não se fala em "leite", nem em "ovos" como próprios para a alimentação humana. Nem fala a favor, nem contra. Há um silêncio quanto a isto. Algumas mudanças vieram somente depois da entrada do Pecado na vida humana.

 

LIÇÃO DE SEGUNDA-FEIRA, dia 14 de junho

 

A ALIMENTAÇÃO APÓS O DILÚVIO

 

Leitura Bíblia do Dia: Gênesis 7:1 e 2; 8:20; 9:3 e 4. Levítico 11 e Deut. 14.

 

"Tudo o que se move e vive ser-vos-á para alimento; como vos dei a erva verde, tudo vos dou agora. Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis." Gênesis 9:3 e 4.

 

Esta é uma declaração geral. Ela não estabelece diferenças entre os animais, se alguns são limpos, e outros, imundos. À primeira vista, tem-se a impressão de que Deus está aprovando ao homem posdiluviano comer a carne de todos os animais, sem distinção alguma, exceto que não coma a carne com seu sangue, e que não coma o sangue de maneira nenhuma, pois o "sangue" representa a vida. No entanto, a leitura de Gênesis 7:1 e 2 e 8:20 revela que Noé e sua família, que com ele acabara de sair da Arca, salvando-se do Dilúvio devastador, sabiam fazer diferença entre os animais "limpos", ou próprios para servirem de alimentação; e "imundos", ou impróprios para consumo e alimentação. Essa revelação se amplia e se torna sistemática em Levítico 11 e Deuteronômio 14, quando Deus revela a todo o povo de Israel quais são algumas espécies e famílias de animais que não deveriam ser usados como alimento humano, para o próprio bem-estar dos humanos.

 

Esse novo regime alimentar, dado por Deus após o dilúvio a Noé e sua família, não queria dizer que fosse o ideal. Era um regime novo, circunstancial, fazia uma abertura para permitir o uso da carne de certos animais "limpos" para consumo humano, num tempo onde o Pecado e a Morte já reinavam no universo humano. Por esse tempo, e mesmo antes do Dilúvio, os humanos já caçavam e matavam animais para consumo próprio, mesmo que para isto não houvesse uma autorização divina. Logo, nenhum animal deveria ser consumido com seu sangue. O animal deveria ser degolado, e o sangue escorrido e lançado fora, pois Deus não autorizou o seu consumo pelos humanos. Assim se deve fazer hoje também. Deus sabia que, mesmo que proibisse aos humanos comerem qualquer tipo de carne, ainda assim eles desobedeceriam a Deus e comeriam alimento cárneo. Entre o ideal, presente no Éden, onde não havia morte; e o real, fora do Éden, onde a morte era uma constante, e a desobediência a Deus somente aumentou, o Senhor Deus, em sua eterna sabedoria, aproveitou o fato real e o amenizou, orientando a Seus filhos e servos que não usassem o sangue como alimento, e fizessem uma escolha inteligente ao optarem por comer "carne"; que soubessem fazer distinção consciente entre animais "limpos", e próprios para consumo humano; e animais "imundos", não apropriados para consumo humano. Quem fizesse essa escolha inteligente, viveria mais e melhor sobre a Terra, e se aproximaria mais do ideal de Deus.

 

A revelação de Deus ao homem é progressiva. Ela começa com o menos conhecido, e vai ampliando esse conhecimento, levando o homem, através do tempo, a um conhecimento maior de si mesmo e do mundo e dos fatos que o cercam.

 

LIÇÃO DE TERÇA-FEIRA, dia 15 de junho.

 

ALIMENTAÇÃO NO NOVO TESTAMENTO

 

Leitura Bíblica do Dia: Atos 10:9 a 16. I Timóteo 4:1 a 5.

 

Pedro, Apóstolo de Jesus, fazia uso da carne como parte de sua alimentação, inclusive comendo muito peixe, mas seguia as recomendações de Levítico 11 e Deuteronômio 14. Sua resposta a Deus, quando em visão, reflete sua cultura alimentar. No entanto, a visão não estava centrada em comida, mas em pessoas. Os judeus consideravam os gentios (os não judeus) como pessoas imundas, por não serem circuncidadas como eles o eram, e por se alimentarem de animais "imundos", ou impróprios para consumo humano, e, também, porque os gentios não adoravam o Deus Verdadeiro e Único, mas cultuavam a muitos deuses, e os adoravam diante de imagens de escultura. Deus disse a Pedro que ele precisava superar o preconceito racial, social, religioso, cultural, caso quisesse evangelizar os gentios da Palestina e do mundo. Foi depois da visita de Pedro à casa do centurião romano Cornélio (leia Atos 10), quando dezenas de gentios se converteram a Cristo e se tornaram cristãos, sendo batizados, que Pedro começou a entender que a visão que tivera falava de pessoas de carne e ossos, e não de alimento cárneo.

 

Paulo, em suas jornadas de evangelização, se deparou com muitas culturas bem diferentes da dos judeus. Havia entre os gentios, ou povos não judeus, muito culto de adoração aos demônios, através da idolatria que predominava entre eles. E nessas celebrações aos demônios, havia muitos rituais, com sacrifícios de animais, com jejuns, com o uso do sangue como alimento, coisa que Deus proibira, e também havia ensinos que se opunham à revelação de Deus nas Escrituras Sagradas dos profetas hebreus. Em sua primeira Carta a Timóteo, um jovem pastor que o auxiliava na evangelização dos gentios, Paulo lhe aconselha a ter cuidado com a influência de alguns ensinos e filosofias que predominavam nessas culturas não judaicas e não cristãs. Paulo ensina a Timóteo, dizendo-lhe: "Ora, o Espírito [Santo] afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores [espíritos satânicos] e a ensinos de demônios [Paulo declara de quem são tais ensinos]; pela hipocrisia dos que falam mentira e têm cauterizada [insensível] a própria consciência, que proíbem o casamento [coisa que Deus autorizou] e exigem a abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos com ações de graça pelos fieis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo o que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque pela Palavra de Deus e ela oração é santificado." I Timóteo 4:1 a 5.

 

De que Paulo está falando? Está ele dizendo que uma oração feita a Deus por um cristão torna "limpo" algum tipo de alimento que Deus considerou "imundo"? Está Paulo, aqui, liberando geral, e aconselhando o contrário de Levítico 11 e Deuteronômio 14, e até considerando o uso de sangue animal próprio para consumo, desde que o cristão faça uma oração antes de o comer? Estaria Paulo desfazendo o que Deus construíra antes, nas Escrituras?  Não, de maneira nenhuma. Primeiro, Paulo afirma que essas filosofias e ensinos vêm de "espíritos enganadores", e de pessoas que "falam mentiras", pois suas ideias religiosas são "ensinos de demônios". Entre os ensinos dessas pessoas apostatadas da fé está a proibição do matrimônio, coisa que Deus jamais ensinou. Outra coisa, essas pessoas, além de proibirem o casamento de seus adeptos, proíbem o uso de "alimentos que Deus criou para serem recebidos com ações de graças pelos fieis e por quantos conhecem plenamente a verdade". Não se trata da lista de animais de Levítico 11 e Deuteronômio 14, pois estas listas foram revelações dadas por Deus a Moisés, e eram a "verdade" de Deus para Seu povo fiel. Aquilo que é a "verdade" revelada por Deus jamais se torna em "ensinos de demônios", com o passar do tempo. E a oração do crente não pode transformar a "verdade" revelada por Deus, em "mentira", ou "ensino de demônios". Paulo está falando a Timóteo sobre coisas e filosofias que ele iria encontra na cultura gentílica, politeísta, de adoração e culto aos demônios, e nos rituais de adoração diante de ídolos, ou imagens de escultura. Paulo, um homem guiado pelo Espírito Santo, jamais iria orientar um ministro auxiliar a se precaver contra revelações feitas por Deus há centenas de anos no passado, e que faziam parte do Cânon sagrado, aceito por ele, Paulo, como revelação divina. Se o fizesse, Paulo estaria negando e contradizendo a Palavra de Deus, revelada aos profetas, aos apóstolos e ao Cristo.

 

As recomendações sobre alimentação, reveladas em Gênesis 1:26 a 30; Gn 7:1-2; 8:20 e 9:3-4; além das reveladas em Levítico 11 e Deuteronômio 14, formam um conjunto de orientações divinas para o bem-estar e felicidade da pessoa humana. Tudo isto forma uma PEDAGOGIA DIVINA, visando criar em Seus filhos uma cultura de amor ao que é bom, saudável, o melhor para uma pessoa viver com saúde e ter longevidade de vida, enquanto se acha neste mundo. Revela a preocupação de Deus com nossa saúde física. E para se ter melhor saúde física, é preciso ter cuidado com o regime alimentar que adotamos.

 

Se você é um cristão do século 21, conhece todas as instruções bíblicas sobre o regime alimentar estabelecido por Deus ao longo do tempo e da história, mas ainda não se enquadrou nisso, peça a Deus forças e coragem para o fazer. Lembrando-se de que o regime alimentar ideal para os humanos é o regime vegetariano, conforme Gênesis 1:29 e 30. No entanto, se você ainda está no regime "real" de Gênesis 7:1 e 2 e 9:3 e 4, Levítico 11 e Deuteronômio 14, siga-o conforme as orientações de Deus para você nestas porções bíblicas, pois isto é revelação divina. Em qualquer dos dois regimes em que você esteja, não fique julgando e condenando seu irmão em Cristo, achando-se melhor e mais santo do que o outro. Deus julgará a ambos, seguindo rígidos critérios de justiça. Que ninguém se sinta condenado ou inseguro no que está fazendo. Quer no regime de Gn 1:29-30, quer no regime de Gn 7:1-2 e 9:3-4, além de Lv 11 e Dt 14, viva essas fases do culto a Deus como um ato de fé e dependência de Deus. Pois, como afirma Paulo, "tudo o que não provém de fé [ou da fé] é pecado" Romanos 14:23, interpolação nossa. Pois "o justo pela fé viverá" Romanos 1:17.

 

LIÇÃO DE QUARTA-FEIRA, dia 16 de junho.

 

ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

 

Leitura Bíblica do Dia: Provérbios 23:19 a 21.

 

O equilíbrio e o bom senso devem dirigir sua vida como um todo. E nessa questão alimentar é sempre necessário agir com equilíbrio e bom senso. Os extremos devem ser evitados, pois os extremos são sempre perigosos. O fanatismo religioso não deve ser permitido em sua vida. Tudo que você seguir, em matéria de alimentação, certifique-se primeiro de que é o melhor para sua saúde e bem-estar, e longevidade de vida. Leia muito, mantendo-se sempre bem informado(a). Pesquise em bons livros sobre alimentação. Leia revistas de boa qualidade sobre o assunto. Nem sempre o que é bom para uma pessoa é bom para todas as pessoas. Evite os julgamentos precipitados sobre pessoas de sua igreja. Não diga jamais que alguém está salvo ou perdido por causa do regime alimentar que segue. Não ponha diante da Igreja o regime alimentar como sendo uma BASE LEGAL e bíblica para a salvação dos humanos. Não use o regime alimentar que você segue como uma nova forma de LEGALISMO, uma forma de justificação própria, achando que sua Justiça e Salvação estão em seguir tal ou qual tipo de regime alimentar. Cuidado! Não ensine aos outros o que a Bíblia não ensina. Não se faça de parâmetro para os outros. Siga seu regime alimentar como um ato de fé em Jesus, aceitando por fé a revelação da Palavra de Deus. Esteja plenamente certo de que você escolheu o certo neste assunto. Não se faça de juiz de seus irmãos, emitindo sentenças condenatórias sobre eles, por não se alimentarem dentro da mesma rigidez alimentar que você segue. Deus julgará você e seus irmãos em Cristo.

 

Nesses quase cinquenta anos como adventistas do sétimo dia, tenho visto muita coisa ser dita, vivida e comentada em nossos arraiais. Tenho visto irmãos sábios e irmãos hipócritas no que se refere ao regime alimentar. Tenho visto pessoas sensatas, que seguem seu regime alimentar de maneira normal, como um estilo de vida, sem tentar impor tal regime aos demais, e sem julgar os que pensam e agem de forma diferente. Mas tenho visto também irmãos extremistas, julgadores, e até perseguidores de quem não lhe imita o regime alimentar. Alguns fazem deste assunto um tema para polêmica, bate-boca e debate sem fim, irritando a muitos, e se fazendo vítima de todos. Outros têm sido negligentes e relapsos em seguir as orientações da Bíblia neste assunto. Tudo isto dentro da Igreja da qual sou membro. É preciso ter equilíbrio, bom senso e humildade.

 

LIÇÃO DE QUINTA E SEXTA-FEIRAS, dias 17 e 18 de junho.

 

ALIMENTAÇÃO HOJE

 

Leitura Bíblica do Dia: Romanos 14.

 

Como adventistas do sétimo dia, e tendo o conjunto de informações que temos sobre o tema da alimentação, com base na Bíblia Sagrada e nos muitos escritos da escritora inspirada Ellen White, deveríamos estar sempre na dianteira tanto no conhecimento como na prática do que constitui um regime alimentar de excelente nível. No entanto, nem sempre pomos em prática a teoria que nos sobra.

 

Muitas pessoas, que antes criticavam os adventistas devido a suas mensagens de saúde e alimentação, hoje veem o assunto com novos olhos. Há um novo olhar para o vegetarianismo, ou para o regime ovo-lacto-vegetariano. As pessoas mais esclarecidas e estudadas de nossa sociedade já põe em prática um programa alimentar de elevado nível, mesmo sem aceitar as considerações de natureza teológica que seguimos. Como adventistas, aconselhamos a todos que sigam um regime alimentar de orientação bíblica, pois, como crentes em Jesus Cristo, devemos viver e agir para a glória de Deus. Muitos não crentes em Jesus também seguem um excelente regime alimentar, mas não o subordinam a um elemento filosófico mais elevado, a Glória de Deus, como nós o fazemos. Se eles fossem servos de Deus como o somos, possivelmente o fariam.

 

Como vimos nas lições estudadas até aqui, neste trimestre, a excelência da qualidade de vida, revelada na Bíblia, não se restringe ao regime alimentar. É um conjunto de ações que, somadas, forma uma filosofia de vida melhor, mais sadia, e mais de acordo com as revelações de Deus na Bíblia: Ar puro, luz solar, água, abstinência de tudo o que é nocivo, exercício físico diário, alimentação bem orientada, repouso no tempo certo e total confiança em Deus (fé), são os elementos naturais e cura e vida longeva que o Senhor Deus põe à disposição de todos nós na natureza e em nossa mente. Quem faz um sábio uso diário desses oito elementos naturais consegue viver melhor, e em maior quantidade de anos. Faça uso deles, e glorifique a Deus, que os deu a você e a mim.

 

Pastor Otoniel Tavares de Carvalho

Estimados irmãos em Cristo:

 

As Lições da Escola Sabatina do próximo trimestre, que se inicia em julho, são todas elas na CARTA AOS ROMANOS.

 

Venho estudando esta Carta de Paulo já por 25 anos. Escrevi um COMENTÁRIO DACARTA AOS ROMANOS, com 386 páginas, fazendo comentário teológico de todos os capítulos. Isto seria muito enriquecedor para todos os professores e alunos da Escola Sabatina.

 

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Obrigado pela confiança,

 

PR. Otoniel de Carvalho

 



 


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